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Destiny
Explore ruínas antigas do nosso sistema solar, desde as dunas vermelhas de Marte às florestas exuberantes de Venus.
Plataforma: PS4 Lançamento: Não anunciado Desenvolvedor: Bungie
Em Destiny, você é o Guardião da última cidade da Terra, capaz de utilizar um incrível poder. Explore ruínas antigas do nosso sistema solar, desde dunas vermelhas de Marte a florestas exuberantes de Venus. Derrote os inimigos da Terra. Descubra tudo o que nós perdemos. Torne-se a lenda.
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Plataforma: PS4 Lançamento: Não anunciado Desenvolvedor: Bungie
Em Destiny, você é o Guardião da última cidade da Terra, capaz de utilizar um incrível poder. Explore ruínas antigas do nosso sistema solar, desde dunas vermelhas de Marte a florestas exuberantes de Venus. Derrote os inimigos da Terra. Descubra tudo o que nós perdemos. Torne-se a lenda.
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Tag :
PS4,
Dying Light
Dying Light é um jogo em primeira pessoa de sobrevivência, horror e ação, encenado em um vasto e perigoso mundo aberto.
Plataforma: PS4 Desenvolvimento: Techland Interactive Entertainment
Durante o dia, os jogadores percorrem um ambiente urbano extenso invadido por um surto malévolo, procurando por suprimentos e criando armas para se defenderem da população cada vez mais infectada. À noite, o caçador é caçado, à medida que os infectados ficam agressivos e mais perigosos. O mais assustador são os predadores que só aparecem depois que o sol se põe. Os jogadores devem usar tudo em seu poder para sobreviver até a primeira luz da manhã.
Plataforma: PS4 Desenvolvimento: Techland Interactive Entertainment
Durante o dia, os jogadores percorrem um ambiente urbano extenso invadido por um surto malévolo, procurando por suprimentos e criando armas para se defenderem da população cada vez mais infectada. À noite, o caçador é caçado, à medida que os infectados ficam agressivos e mais perigosos. O mais assustador são os predadores que só aparecem depois que o sol se põe. Os jogadores devem usar tudo em seu poder para sobreviver até a primeira luz da manhã.
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Tag :
PS4,
Assassin's Creed IV Black Flag - PS4
Bem-vindo à idade do ouro dos piratas – veste a pele de Edward Kenway, um capitão pirata carismático, no entanto brutal, da Ordem dos Assassinos.
Domina os mares selvagens
Move-te entre corsários lendários, como o Barba Negra e o Calico Jack, enquanto estabeleces uma república sem leis nas Bahamas e despoletas os eventos explosivos que definiram a idade do ouro da pirataria.
Desde Kingston até Nassau, explora 50 locais únicos onde podes viver a vida de um pirata terrível. Comanda e personaliza o teu próprio navio, procura tesouros perdidos, caça animais raros e pilha navios naufragados debaixo de água, se tiveres coragem...
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PS4,
Skylanders SWAP Force
Embarque em uma nova aventura épica no Skylanders SWAP Force.
Plataforma: PS4 Desenvolvimento: Vicarious Visions
Embarque em uma nova aventura estimulante com os Skylanders e a SWAP Force. Por gerações, a SWAP Force protegeu o vulcão que alimentava a magia de Skylands. Pelo menos até uma batalha fenomenal ocorrer durante uma erupção que os lançou para a Terra e lhes deu a capacidade de trocar poderes. Só você pode encaixar as peças e colocá-las no novo Portal de Energia para salvar Skylands.
Plataforma: PS4 Desenvolvimento: Vicarious Visions
Embarque em uma nova aventura estimulante com os Skylanders e a SWAP Force. Por gerações, a SWAP Force protegeu o vulcão que alimentava a magia de Skylands. Pelo menos até uma batalha fenomenal ocorrer durante uma erupção que os lançou para a Terra e lhes deu a capacidade de trocar poderes. Só você pode encaixar as peças e colocá-las no novo Portal de Energia para salvar Skylands.
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Tag :
PS4,
Warframe
Um jogo em terceira pessoa focado essencialmente na ação
Plataforma: PS4, PC Desenvolvimento: Digital Extremes
o Warframe coloca jogadores como membros da raça Tenno, recém-acordados após anos de sono criogênico em um sistema solar em guerra.
Next Gen F2P
Evoluindo o gênero Free-to-Play com gráficos incrivelmente ricos e refinados e qualidade de produto AAA.
Ação Co-op Intensa
Vá sozinho ou monte um esquadrão de 4 jogadores para ajudar em batalhas épicas contra o inimigo PvE, enquanto vasculha o sistema solar buscando antigos artefatos que aumentam suas habilidades Warframe e melhoraram o seu arsenal.
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Plataforma: PS4, PC Desenvolvimento: Digital Extremes
o Warframe coloca jogadores como membros da raça Tenno, recém-acordados após anos de sono criogênico em um sistema solar em guerra.
Next Gen F2P
Evoluindo o gênero Free-to-Play com gráficos incrivelmente ricos e refinados e qualidade de produto AAA.
Ação Co-op Intensa
Vá sozinho ou monte um esquadrão de 4 jogadores para ajudar em batalhas épicas contra o inimigo PvE, enquanto vasculha o sistema solar buscando antigos artefatos que aumentam suas habilidades Warframe e melhoraram o seu arsenal.
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Blacklight Retribution
Blacklight: Retribution é um First Person Shooter grátis para jogar
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Plataforma: PS4, PC Desenvolvimento: Zombie Studios
Blacklight: Retribution é um jogo grátis em primeira pessoa de tiro que permite construir um personagem e seu estilo de jogo utilizando as mais avançadas armas militares. Personalize sua experiência de jogo de diversas maneiras, mude todas as partes das armas, desde pentes, telescópios, canos e a arma base para construir a sua arma preferida. Personalize seu personagem, desde a armadura que usa às provocações que faz aos inimigos. Leve com você lança-granadas, railguns, lança-chamas e mini-armas! Monte sua coleção e personagem para melhor se adequar ao seu estilo de jogo e personalidade.
Acesse as últimas novidades em equipamentos de guerra, inclusive o Hyper Reality Visor (HRV) que permite enxergar através de paredes os inimigos, companheiros e Depósitos de Armas ou equipar um Hardsuit montado com uma metralhadora e railgun.
Lute em mais de 10 mapas em vários tipos de jogos como Deathmatch, Team Deathmatch, Kill Confirmed, e Capture the Flag. Alie-se a seus amigos em Onslaught e sobreviva ao enxame infectado de SIVs que invadem a cidade.
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Watch Dogs Data de Lançamento e Novo Trailer
A Ubisoft lançou um trailer e a data de lançamento do jogo Watch Dogs, o vídeo mostra um pouco da história do game e mostra algumas mudanças gráfica no jogo.
Trailer de 03/2014
Lançamento: 27/05/2014
Watch Dogs é um jogo de vídeo em mundo aberto, no qual os jogadores controlam um homem chamado Aiden Pearce, que consegue se infiltrar em vários dispositivos eletrônicos ligados ao sistema operacional central da cidade (CtOS), permitindo ao jogador usar diferentes métodos para resolver numerosos objetivos.Trailer de 03/2014
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PS4,
PS4 Jogos de 2014
A Playstation divulgou uma lista com mais de 100 jogos que já foram ou serão lançados até o final de 2014, a lista mostra separadamente os games do PS4 que já foram lançado e os que ainda serão lançados nesse ano.
Awesomenauts Assemble!
Basement Crawl
Dead Nation: Apocalypse Edition
Don’t Starve: Console Edition
Dynasty Warriors 8: Xtreme Legends Complete Edition
FEZ
inFamous: Second Son
Metal Gear Solid V: Ground Zeroes
Outlast
Rayman Legends
Stealth Inc: Ultimate Edition
SteamWorld Dig
Strider
The LEGO Movie Videogame
Thief
Tomb Raider: Definitive Edition
TowerFall: Ascension
1001 Spikes
Anomaly 2
Bound by Flame
CastleStorm: Definitive Edition
Cel Damage HD
Child of Light
Daylight
Divekick: Addition Edition
Final Fantasy XIV: A Realm Reborn
Guacamelee! Super Turbo Championship Edition
KickBeat: Special Edition
King Oddball
Lego The Hobbit
Mercenary Kings
MLB 14: The Show
Octodad: Dadliest Catch
Oddworld: New ‘n’ Tasty
Pure Pool
R.B.I. Baseball 14
Ready to Run
Secret Ponchos
Sportsfriends
Switch Galaxy Ultra
The Amazing Spider-Man 2
Strike Suit Zero
The Swapper
Titan Attacks
Trials Fusion
War Thunder
Watch_Dogs
Wolfenstein: The New Order
CounterSpy
Destiny
Final Horizon
GALAK-Z: The Dimensional
Helldivers
Murdered: Soul Suspect
OlliOlli
Pavilion
PixelJunk Shooter Ultimate
Sniper Elite 3
The Elder Scrolls Online
The Evil Within
Race the Sun
Transformers: Rise of the Dark Spark
Velocity 2X
Alien: Isolation
Dragon Age: Inquisition
Evolve
Hotline Miami 2: Wrong Number
Rocketbirds 2: Evolution
The Witness
Assassin’s Creed Unity
Guns of Icarus Online
Hyper Light Drifter
Ray’s the Dead
Assault Android Cactus
Aztez
Backgammon Blitz
Batman: Arkham Knight
Blast ‘Em Bunnies
Cosmic Star Heroine
Defense Grid 2
Diablo III: Ultimate Evil Edition
DriveClub
Dying Light
EA Sports UFC
Energy Hook
forma.8
Foul Play
Hohokum
Home
Hotline Miami
Legend of Raven
Lords of the Fallen
Mad Max
Middle-earth: Shadow of Mordor
Minecraft
N++
NBA 2K15
Nuclear Throne
The Order: 1886
Pier Solar and the Great Architects
Planetside 2
Putty Squad
Road Not Taken
Rogue Legacy
Samurai Gunn
Savant Ascent
Shantae: Half-Genie Hero
Sherlock Holmes: Crimes & Punishments
Starbound
Super Exploding Zoo
The Binding of Isaac: Rebirth
The Crew
Tom Clancy’s The Division
Transistor
Tropico 5
Valiant Hearts: The Great War
Volume
Worms Battlegrounds
WWE 2K15
Jogos já lançados
Awesomenauts Assemble!
Basement Crawl
Dead Nation: Apocalypse Edition
Don’t Starve: Console Edition
Dynasty Warriors 8: Xtreme Legends Complete Edition
FEZ
inFamous: Second Son
Metal Gear Solid V: Ground Zeroes
Outlast
Rayman Legends
Stealth Inc: Ultimate Edition
SteamWorld Dig
Strider
The LEGO Movie Videogame
Thief
Tomb Raider: Definitive Edition
TowerFall: Ascension
Games a serem lançados até o final do primeiro semestre
1001 Spikes
Anomaly 2
Bound by Flame
CastleStorm: Definitive Edition
Cel Damage HD
Child of Light
Daylight
Divekick: Addition Edition
Final Fantasy XIV: A Realm Reborn
Guacamelee! Super Turbo Championship Edition
KickBeat: Special Edition
King Oddball
Lego The Hobbit
Mercenary Kings
MLB 14: The Show
Octodad: Dadliest Catch
Oddworld: New ‘n’ Tasty
Pure Pool
R.B.I. Baseball 14
Ready to Run
Secret Ponchos
Sportsfriends
Switch Galaxy Ultra
The Amazing Spider-Man 2
Strike Suit Zero
The Swapper
Titan Attacks
Trials Fusion
War Thunder
Watch_Dogs
Wolfenstein: The New Order
Games a serem lançados no início do segundo semestre
CounterSpy
Destiny
Final Horizon
GALAK-Z: The Dimensional
Helldivers
Murdered: Soul Suspect
OlliOlli
Pavilion
PixelJunk Shooter Ultimate
Sniper Elite 3
The Elder Scrolls Online
The Evil Within
Race the Sun
Transformers: Rise of the Dark Spark
Velocity 2X
Games a serem lançados no final do segundo semestre
Alien: Isolation
Dragon Age: Inquisition
Evolve
Hotline Miami 2: Wrong Number
Rocketbirds 2: Evolution
The Witness
Assassin’s Creed Unity
Guns of Icarus Online
Hyper Light Drifter
Ray’s the Dead
Games sem data de lançamento definida, mas agendados para este ano
Assault Android Cactus
Aztez
Backgammon Blitz
Batman: Arkham Knight
Blast ‘Em Bunnies
Cosmic Star Heroine
Defense Grid 2
Diablo III: Ultimate Evil Edition
DriveClub
Dying Light
EA Sports UFC
Energy Hook
forma.8
Foul Play
Hohokum
Home
Hotline Miami
Legend of Raven
Lords of the Fallen
Mad Max
Middle-earth: Shadow of Mordor
Minecraft
N++
NBA 2K15
Nuclear Throne
The Order: 1886
Pier Solar and the Great Architects
Planetside 2
Putty Squad
Road Not Taken
Rogue Legacy
Samurai Gunn
Savant Ascent
Shantae: Half-Genie Hero
Sherlock Holmes: Crimes & Punishments
Starbound
Super Exploding Zoo
The Binding of Isaac: Rebirth
The Crew
Tom Clancy’s The Division
Transistor
Tropico 5
Valiant Hearts: The Great War
Volume
Worms Battlegrounds
WWE 2K15
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PS4,
Dark Souls II
Enfim, o aguardado momento chegou. Dark Souls II caminha entre nós e o pacto das almas negras pode ser realizado mais uma vez. Pois você sabe: o compromisso assumido ao inserir o disco no console é um sem volta, como maquiavélico ritual de sangue dos mais ancestrais. Cabe a você mensurar o quão amaldiçoada você quer que sua vida seja. Sendo continuação de uma das mais intensas e desafiadoras experiências da memória recente dos videogames, as expectativas eram altas. Apesar do fervoroso séquito adquirido com os outros dois jogos da série Souls, as chances de termos uma aventura mais branda e atenuada, a fim de conquistar novas almas pueris, eram grandes. Não poderíamos estar mais enganados. Dark Souls II veste os mesmos sapatos medievais e sádicos de seu antecessor, sendo talvez ainda mais cruel. "Casual Souls", apelido dado por alguns precoces em fóruns, internet afora, morderão um belo naco de suas próprias línguas após encararem as dezenas de horas que a campanha exige. O que temos aqui é algo, por vezes, cruel demais para ser verdade, semeando a discórdia, inspirando belos pesadelos e mantendo aquela eterna sensação de "dessa vez aquele desgraçado me paga". Mas antes que a tortura fetichista tome forma, cabe um grandessíssimo parênteses, do tamanho de um parágrafo: conclui a trama toda às três da manhã deste domingo, depois de exatos 8 dias de penitência e martírio, totalizando oitenta e quatro horas, com direito a nível 152 e número de mortes de 272. Não quero me gabar (mas preciso): a busca foi concluída totalmente offline - e veteranos da série Souls sabem o quão exponencialmente facilitador pode vir a ser aquela ajuda online na forma de fantasmas brancos. Sim, abordarei pontos deste modo num futuro próximo (o embargo termina hoje, data de lançamento da besta), mas esmiuçarei pormenores a partir de itens conquistados e do que li e estudei neste ínterim. E vamos começar.
Medo, dor e agonia
É de conhecimento comum o nível de sadismo encontrado na dificuldades dos jogos da série Souls. Dark Souls II tanto mantém a fama de seus irmãos mais velhos, que pode desmotivar os mais desavisados (não creio que alguém adentre tais terrenos a esmo, no entanto). Em pontos, pode parecer mesmo impossível: os itens estão prestes a acabar, os inimigos, cada vez mais implacáveis e cruéis e a impressão formada é a de que todos os caminhos escolhidos foram os piores e as evoluções feitas, erradas. Suar frio ao avistar a névoa que esconde uma nova área ou um novo chefe é algo de ordinário por aqui, já que não há a menor intenção de apontar porquês, apresentar guias ou nada que o valha. Tudo é aprendido e descoberto de forma austera, logo, o senso de conquista é imenso. Como não há linearidade, a dificuldade elevada de determinada área pode indicar duas coisas: ou falta habilidade do jogador (bastante possível, todos estivemos lá), ou se faz necessário desbravar novos lugares. São tutoriais implícitos que colocam o jogador no seu devido lugar e isso é altamente benéfico para o jogo como um todo, pois maior incentivo para exploração não haveria de existir - e há muito a ser explorado. Há de se admirar a postura dos caras da From Software perante tais decisões de design, se mantendo fieis as suas origens e não abrindo seus braços para o acessível. Dark Souls tem muito orgulho de ser o que é e não tem pretensão alguma de ser nada além disso, como se seus criadores vivessem isolados, sem influência externas, fazendo o tipo de jogo que eles mesmos gostariam de jogar e não encontram mais hoje em dia. Dark Souls II mantém os mesmos fundamentos de combate e evolução de iterações passadas - a eterna administração de resistência (stamina), Estus Flasks a serem consumidas e almas acumuladas - e a gama de possibilidades, mais uma vez, é rica e vasta.
Jogo de xadrez para sádicos
O cenário é (sempre) opressor. Não bastasse haver um piscina de ácido logo abaixo da ponte, há arqueiros por todos os lados e protegendo o baú tão almejado, um dos monstros mais horríveis que você já viu. Certo, houve estudo da área, a utilização de itens específicos para atrair inimigos mais fracos e lidar com cada um deles, com parcimônia. "Caso você acerte aquele arqueiro com seu crossbow desta posição, é possível derrubá-lo sem sofrer muitas avarias" um amigo pode recomendar. E para lidar com a aberração final, efeito de trovões na espada e o total controle sobre cada movimento: conte quantos golpes até a barra de vitalidade esvaecer, e só desfira o ataque quando de execução precisa. Sim, depois de cerca de trinta tentativas, vitória! Lá está o baú. Clame seu prêmio e… O baú era um mímico, e você foi devorado em segundos. Ainda não aprendeu a lição de sempre golpear baús antes de abri-los? Tal cenário é ordinário dentro das catacumbas, calabouços, purgatório de mortos-vivos (sim, esse lugar existe) e demais infernos de Dark Souls II. Toda e qualquer condição só existe para, de forma brutal, subjugar o portador da maldição da forma mais opressora e implacável possível. Correr em direção à porta do outro lado da sala só trará a mais nefasta das mortes. Com tais crueldades em mente, o estudo de cada setpiece de DSII se faz mandatário. Neste tabuleiro de xadrez demente, cada peça sempre estará no mesmo lugar, mas um passo em direção contrária já desencadeará reações completamente opostas àquelas de sua tentativa número 47. E isso é, dentro de seus próprios princípios, nada além de incrível.
De forma elementar, DSII apresenta os mesmos movimentos de ataque e defesa de seus antecessores: golpe forte, golpe fraco, quebra de defesa, contra-ataque e esquiva. Cada um com seu gasto específico de vitalidade e com variáveis brutais de acordo com os atributos de cada personagem - carregar muito equipamento enquanto ladino não é uma boa ideia para esquiva, enquanto o escudo corporal tornará o clérigo bem mais lento, mas mais protegido enquanto invoca seus milagres. Entender ao estudar a gama de golpes de seus adversários - e aqui incluo dos mais bestiais e animalescos, com inteligência artificial aleatória predatória, aos mais compassados e prostrados, como elefantes guerreiros e anões anciões - é fator fundamental para alcançar aquele amalgamado de almas no cadáver do outro lado da catacumba. Por trazer uma batalha tão programada, onde cada golpe pode fazer toda diferença, quesitos técnicos poderiam comprometer a precisão de um embate decisivo. Enquanto não há outra Blighttown em DSII, engasgos técnicos acontecem. Raras vezes, ataques certeiros não infligem dano e quedas na movimentação quando muitos inimigos tomam a tela, acontecem. Certa vez, todos os monstros se tornaram imóveis e foi necessário recarregar meu jogo algumas vezes para as coisas voltarem ao normal. Creio tudo ser passivo de correções via patchs futuros.
Pactos, milagres e magia negra
Uma imensa gama de armas brancas, arcos, bestas, cajados, magias, armaduras, acessórios e itens estão à disposição do jogador para diversificar a aventura e tornar as coisas mais possíveis. A quantidade é tamanha, que gostaria de administrá-los de forma mais própria, criando meus próprios grupos. Admito não ter feito usado de muita variedade em ataque com meu cavaleiro - minha fiel espada bastarda com escudo mágico foram camaradas inseparáveis - mas acredito que cada jogador trará uma construção bastante própria.
Ubisoft anuncia: Far Cry 4 chega em novembro
A Ubisoft anunciou nessa quinta (15) que Far Cry 4 será lançado em 18 de novembro, com cópias para Xbox 360, Xbox One, PlayStation 3, PlayStation 4 e PC. O jogo irá se passar em Kyrat, uma região dos Himalaias e a responsável pela produção é a Ubisoft Montreal, que conta com a colaboração de outras unidades da empresa como Ubisoft Toronto, Ubisoft Shanghai, Ubisoft Kiev e a Red Storm Entertainment. Após o sucesso de Far Cry 3, queríamos levar a franquia para o próximo nível e criar um jogo que vai surpreender os jogadores e superar as expectativas dos fãs. Dan Hay, produtor executivo do título continua. Dado o cenário único, nós sentimos Far Cry 4 vai se destacar como um jogo de tiro em primeira pessoa top de linha, e estamos ansiosos para revelar mais sobre ele nos próximos meses. Caso compre o jogo na pré-venda, você terá acesso à missões para resgatar o icônico personagem Hurk, de Far Cry 3. Além disso o bônus para quem garantir sua cópia antes do lançamento é A Impaladora (em uma tradução livre), a arma com arpão de Hurk.
The Division chega em 2015 para Xbox One, PC e PS4
Quem estava aguardando ansiosamente pela chegada de The Division, novo jogo de mundo aberto da Ubisoft, terá que esperar um pouco mais. O jogo que ainda não tinha data anunciada, mas que estava sendo cotado para ser lançado entre o final de 2014 e começo de 2015 foi adiado. Segundo um pronunciamento feito pela equipe de desenvolvimento do game, o jogo estará disponível em 2015, mas ainda sem data definida de lançamento e chegará para Xbox One, PlayStation 4 e PC. O atraso é devido a uma preocupação e compromisso dos desenvolvedores em entregar algo de qualidade. "Nós vamos lançar o game quando estiver pronto" diz a nota. Novidades sobre The Division devem ser mostradas durante e E3 2014, acima você confere o gameplay do game exibido no evento do ano passado.
DreadOut
O gênero do terror, no que tange videogames e demais entretenimentos eletrônicos, se encontra numa posição de destaque de uns anos para cá. Após a explosão de criatividade de cerca de dez anos atrás, com o nascimento de títulos significativos como Siren, Fatal Frame, Penumbra e Call of Cthulhu, houve uma bela estagnada. Até mesmo grandes representantes da vertente, como Silent Hill e Resident Evil, pareciam sem chão, sem saber para onde ir. Incrível pensar que tudo mudou graças aos desenvolvedores independentes. Títulos grátis, como Slender: The Eight Pages e mods para Half-Life, como Cry of Fear, amplamente divulgados e propagados por youtubers famosos que gravam suas reações apavoradas em pavorosos vídeos de gameplay (acho todos insuportáveis e nunca entenderei aqueles que preferem assistir a jogar), apontaram para novos horizontes, muito longe daquilo que as grandes softhouses apostavam ser o caminho certo. Ponto é que o gênero do terror nunca esteve tão bem. Há para todos os gostos: adventures incríveis e barra pesada, como Scratches, experimentalismos abusando do difamado esquema de mockumentaries, como Paranormal, melancolia suicida de difícil assimilação, como The Cat Lady, nostalgia pixelizada homenageando clássicos, como Lone Survivor e apoteoses da desgraça, como o todo-poderoso Outlast. Fugindo dos holofotes dos consoles de mesa e encontrando moradia nas trevas das lojas digitais, as raízes do terror estão mais fortes e profundas do que nunca, com futuro promissor: Soma, The Forest e Among The Sleep são só alguns exemplos. Em meio a tão prolífero cenário, nasce uma desenvolvedora indonésia com um único objetivo: assustar você, curioso jogador desbravador do desconhecido. Responda com sinceridade: qual foi a última vez que você jogou algo da Indonésia? Exatamente.
Aquela velha história de cidades mal-assombradas (só que na Indonésia)
Formada por cerca de vinte membros, fãs incondicionais de terror e, em especial, de Fatal Frame, a Digital Happiness (excelente nome), acreditando ter algo significativo em mãos, angariou fundos através do Indiegogo, chegando assim a uma demo de seu trabalho de estreia, DreadOut, alcançando atenção e vencendo o teste de fogo do Greenlight do Steam. Apenas por exposição a algumas imagens é possível concluir que DreadOut é mesmo feito por e para viúvas da série de fantasmas da Tecmo. Garotas colegiais desamparadas enfrentam entidades espirituais em locações decrépitas portando câmeras exorcistas. O negócio é bem preto no branco, o que não chega a ser algo necessariamente ruim, dado estarmos lidando com uma cultura tão distinta, e isso transparece no jogo. Menos do que eu gostaria, mas as estranhezas estão lá. Fugindo de convencionalismos do terror moderno (primeira pessoa, proposta mais concreta) e voltando a conceitos mais primitivos (câmera mais travada, seres sobrenaturais como inimigos), DreadOut é bastante simples, porém eficaz: é possível se sentir desamparado naquela cidade abandonada de tão recôndita civilização, mesmo que, a princípio, a sensação seja de mediocridade e aversão.
Tal qual tantas produções voltadas para o público adolescente fã de terror, a trama dispara com um grupo de amigos numa viagem pelo interior. São jovens tolos agindo como tais, aparte com o sonho macabro de Linda, a protagonista muda da história. Nele, uma bela mulher recita versos numa língua que imagino ser indonésio (uma pena não ser possível escolher jogar dublado com este idioma, ou é tudo inglês, ou é tudo indonésio; e a dublagem, certamente, não é dos pontos fortes do todo). Ao despertar, Linda se encontra em meio a seus amigos, no banco de trás de uma van que transita por uma estrada bastante esburacada. Uma ponte interditada força o grupo de seis, encabeçado por aquela que parece ser a professora, a caminhar por entre a mata, alcançando assim uma cidade abandonada. Trazendo consigo seu inseparável telefone celular, Linda, juntamente com seus amigos, explora a cidade de maneira bastante convencional. Há recortes de jornal, revistas e cartazes que dão uma vaga ideia do que ocorrera ali, mas, infelizmente, o aspecto visual da investigação se prova um tanto quanto limitado, já que não há tradução para aquilo que aparece escrito em paredes, outdoors e coisas do tipo - espero que atualizações futuras tragam legendas para isso. As coisas começam a acontecer quando o grupo chega até o colégio local, ao cair da noite. Grande parte deste primeiro ato - DreadOut é dividido em dois, com o segundo prometido para breve e de forma gratuita para todos que adquiriram o primeiro - se dá enquanto da exploração do decrépito colégio e é aí que o celular de Linda se tornará de primeira importância. Tal qual a Camera Obscura da série Fatal Frame, o telefone tem o poder de lutar contra os antigos espíritos do mal que habitam o lugar.
Smartphone x Camera Obscura
Antes de desenvolver os porquês de DreadOut, cabe a recomendação: não entre no colégio ao cair da noite. Não sei exatamente o porquê de tal decisão por parte dos desenvolvedores, mas há muito a ser explorado na cidade em meio as trevas e nada disso faz parte de forma efetiva do desenvolvimento do jogo em si. Talvez seja uma forma de estimular releitura? Não saberia dizer, mas não deixe de investigar a cidade. Coisas pavorosas habitam por lá após o sol se pôr. DreadOut não se esforça em absoluto para ser original. Desde posicionamento de câmera (o já batido over the shoulder, intercalado pelo POV com as mãos apontando o celular), até seus cenários (trata-se, em primeira importância, de um colégio abandonado) e resolução de quebra-cabeças, tudo já foi visto antes. Até mesmo a forma como fantasmas machucam Linda é bem parecido, aparte por dois pontos: há o famigerado sistema de autorregeneração de energia e, quando de sua morte, o limbo se torna atuante, chegando a ajudar o jogador com dicas pontuais. Por mais que semelhanças entre DreadOut e Fatal Frame sejam muitas, há pontos que os distanciam mesmo que de forma tacanha. Enquanto Fatal Frame se apresenta mais "videogame", com evolução de sua "arma primária" e até inserção de sistema de pontuação, DreadOut é mais limpo em proposta. Aparte com relíquias místicas, cuja função é bastante obscura, seus itens são normais e imediatos, sem funções absurdas - uma tesoura serve para cortar algo, por exemplo. E há problemas técnicos que incomodam: em corredores apertados, a câmera por vezes foge para a sala ao lado e o ruído indicador da proximidade de algum item dispara e não há nada lá; a trilha sonora (absolutamente tenebrosa, devo ressaltar) muitas vezes parece fora de lugar, antecipando momentos de forma errada. A animação de tudo que não é sobrenatural parece artifical nas poucas cutscenes apresentadas - algo que remete à marionetes. De uma forma geral, os gráficos não impressionam em absoluto, mas é possível criar planos legais com o celular em meio às sombras. Outra coisa que pode repudiar muitos: é possível concluir a jogatina de forma breve, tomando não mais que um par de horas para tal (esmiuçados, como eu, de certo dobrarão o tempo - há muito a explorar no campo visual). Então por quê, ainda assim, DreadOut é digno de atenção? Ao meu ver, pelas entidades folclóricas estranhíssimas que precisamos enfrentar.
Pocongs, Palasiks e Matianaks
Após desmaiar e despertar sozinha (alguma dúvida que isso iria acontecer?), Linda se encontra no saguão do colégio, desorientada e amedrontada. A lanterna do celular (cuja bateria dura por tempo indeterminado) guia seus passos débeis por entre as trevas, a levando até um longo corredor. O telefone toca e há interferência, ruídos, dando ideia de que algo de errado está acontecendo. Ou está próximo. Eis que surge, em meio a escuridão, uma espécie de javali enorme, agressivo, investindo furiosamente contra a garota, que, sem querer, o avista pela lente de seu telefone: o rosto do porco gigante se transforma numa face humana! O flash da câmera o afugenta, além de nos consagrar com a primeira marcação na "ghostpedia", uma espécie de enciclopédia para as criaturas encontradas no caminho. Assim podemos descobrir mais sobre Babi Ngepet, aquilo que acabamos de enfrentar. DreadOut apresenta muito bem seus monstros, instigando interessados pelo tema a se aprofundar em leituras vindouras. Eu mesmo li muito sobre Pocongs, das coisas mais horrorosas visualmente que vi num jogo nesses últimos tempos. Trata-se de um morto enterrado amarrado, cuja alma penada busca libertar seu receptáculo. Outro que me chamou atenção: Kuntilanak, uma vítima de estupro que acaba grávida e enterrada viva com seu bebê. Dentro da trama de DreadOut, pouco é descoberto acerca de cada fantasma presente no local, mas o suficiente é entregue para gerar estranheza e instigar curiosidade, o que, para mim, já é o suficiente. Apesar da mediocridade de seus fundamentos, há neste primeiro ato uma aura de estranheza que não existiria numa produção convencional, realizada por desenvolvedores com os quais estamos adaptados. Tal teor de esquisitice se tornou de primeira importância para que eu passasse a recomendar DreadOut aos meus amigos fãs de terror, com um gosto especial pelo bizarro. Caso você se encaixe nesta categoria, algum proveito há de surgir.
Hearthstone: Heroes of Warcraft
Hearthstone: Heroes of Warcraft foi lançado oficialmente em março desse ano, pouco mais de dois meses desde o término de seu beta aberto. A popularidade foi tanta, que ele se tornou o jogo de iPad mais baixado em 16 países, apenas um dia após sua versão mobile estar disponível. Essa conquista é mais do que merecida, dado que Hearthstone é um dos melhores jogos de carta que já tive o prazer de experimentar.
Sabendo o básico
O objetivo em um duelo de Hearthstone é o de eliminar seu oponente. Cada jogador começa a partida com 30 pontos de vida e, para ganhar a partida, deve reduzir a vida de seu rival para zero. É decidido na moeda quem será o primeiro a jogar e o perdedor dessa disputa inicial ganhará uma carta adicional e uma carta especial, intitulada de "A Moeda" que dá um cristal de mana e poderá ser usada somente uma vez. Para criar seu deck, composto por 30 cartas, você deve escolher um herói e decidir os cards que irá utilizar. Cada um desses nove personagens representam as classes disponíveis no lançamento de World of Warcraft - maga, caçador, paladino, guerreiro, druida, bruxo, xamã, sacerdote e ladina -, e cada um deles possui uma habilidade única e cartas exclusivas para seus decks. Para habilitar um herói, você deve derrotá-lo em combate e para liberar os cards básicos de cada classe, é necessário acumular experiência participando de duelos, seja em partidas rankeadas ou no modo casual.
Eis que surge um novo vício
Como falei em minha prévia de Hearthstone, achei genial a decisão dos produtores de usar cristais de mana, pois isso evita que seu azar não te prejudique (muito). Além disso, é necessário elogiar outros dois pontos: a quantidade máxima de 30 cartas no baralho e o limite de duas cópias da mesma carta em um deck. Esses dois fatores contribuem para tornar as partidas mais rápidas, fazendo com que uma partida não demore mais do que vinte minutos, salvo raras exceções. Isso torna o jogo dinâmico, traz aquele sentimento de "só mais uma partida" e quando você percebe já são quatro da manhã. Em um mundo onde o uso de duas telas se torna cada vez mais comum, em que alternamos entre assistir algo na TV (ou no computador) enquanto acompanhamos nossas redes sociais, admito - sem vergonha alguma - que esse jogo mudou minha forma de ver algo. Quando estou em casa, raramente sento em frente à TV sem pegar meu iPad para subir meu rank. Ainda mais depois que a Blizzard anunciou o campeonato mundial de Hearthstone, em que até brasileiros terão oportunidade de participar da Blizzcon caso consigam vaga nas classificatórias.
Sutilezas geniais
Em Hearthstone, a comunicação entre os jogadores é realizada através do envio de mensagens padronizadas, como Saudações, Desculpe, Opa, Ameaça, entre outras. À primeira vista, a ausência de um chat entre oponentes pode parecer uma escolha estranha de design. Mas a impossibilidade de xingar seu oponente após ele matar todos seus monstros com uma carta, ou quando um jogador vence uma partida com um ponto de vida em uma pura jogada de sorte, são duas situações que servem para mostrar que impossibilidade de falar com seu adversário não é de todo mau. Ainda mais porque o chat existe, mas está restrito para conversas entre amigos da sua lista de contatos. Vale a pena mencionar também que a Blizzard está acompanhando atentamente os desempenhos dos jogadores, e caso aconteça de uma classe ficar muito superior às outras, a empresa irá lançar patches corretivos para ajustar isso, como já aconteceu durante a fase de beta aberto.
O desafio diário é outro exemplo de como alguns detalhes incentivam a diversificar o meta-game (as estratégias mais utilizadas dentro do jogo), e ajudam os jogadores a testarem outros decks para garantir peças de ouro. Por falar nisso, a própria "moeda corrente" de Hearthstone bem como o que ela pode comprar - pacotes de cartas, ingresso para a Arena ou para o vindouro modo Aventura - servem para exemplificar que o modelo gratuito para jogar (o polêmico F2P) não é tão maligno assim, quando bem utilizado. Hearthstone: Heroes of Warcraft está totalmente adaptado para o português, com a qualidade de localização já conhecida dos produtos da Blizzard e está disponível gratuitamente para PC, Mac e iPad.
The Last of Us
O mais difícil na hora de escrever sobre The Last of Us é conter spoilers. Evitar aquela vontade insana de correr atrás de alguém para perguntar o que achou de cena X ou Y ou se chorou em determinado momento do game. Fruto do desenvolvimento da equipe responsável por Uncharted (mais puxado para o 2 do que o 3), criou novos limites na congruência entre história e mecânica de jogo e apurou ainda mais o gosto dos jogadores que curtem o gênero de sobrevivência. Dois contra o mundo Vinte anos se passaram desde o primeiro grande surto da epidemia que quase erradicou por completo a vida humana na face da Terra. Os poucos sobreviventes foram obrigados a se adaptar em uma única diretriz: a seleção natural pela sobrevivência do mais forte. Homens matando homens por um punhado de comida ou qualquer coisa que pudesse amenizar o sofrimento do dia a dia era uma cena normal. O exército de um lado, autoritário e como o único elo de ligação com a organização estatal do passado, e do outro a resistência, um grupo de militantes que tenta, da forma como eles acham direito, salvar a humanidade do caos. No meio, todo o resto das pessoas. Joel passou por maus bocados durante todo esse tempo e tornou-se um homem frio. Vive um dia de cada vez e não cria laços profundos com pessoas. Durante uma missão corriqueira, é obrigado a aceitar a missão de retirar um pacote de dentro dos muros da cidade fortemente vigiada pelo exército para o campo aberto a pedido dos Vaga-Lumes. Uma missão normal, caso o pacote não fosse uma garotinha chamada Ellie. Cuidar de uma garotinha naquele inferno pode não ser uma tarefa fácil, mas Ellie é uma adolescente que tem bala na agulha - basta ler a minissérie em quadrinhos publicada pela Dark Horse que você terá um pouco mais de info a seu respeito. No game é preciso escoltá-la, mas a inteligência artificial cuida do grosso na maior parte do tempo.
O relacionamento entre os dois personagens, como era de se esperar, é truncado desde o início. Joel, por razões explicadas no prólogo do jogo, trata a garota como se fosse um peso extra e não sente a menor vontade de interagir, mesmo ela se esforçando ao máximo para deixar a viagem um pouco menos entediante. A construção desse relacionamento, apesar de ser embasada em diversos clichês do gênero, os trabalha muito bem, diverte e faz a gente torcer no final. E que final, meus amigos. Escolhas O principal mote de The Last of Us é a sobrevivência. Para isso, o jogo sempre lhe oferece escolhas que moldam a sua experiência. Tudo mascarado na forma de, por exemplo, kits de primeiro socorros ou coqueteis molotov. No gerenciamento de itens, talvez a aba mais importante do jogo, as coisas acontecem em tempo real e a escolha precisa ser rápida e bem pensada. Isso porque, na criação, os elementos usados para ambos são os mesmos, e devido a sua limitação, essa dúvida é o estopim para direcionar o seu estilo de jogo, enfrentando qualquer coisa que venha em sua direção ou simplesmente evitando os obstáculos sorrateiramente. E não pense que um jeito é mais fácil que o outro. Ambas as escolhas são extremamente complicadas de se lidar, dada a pouca munição disponibilizada pelo jogo e a quantidade de inimigos a ser evitados por área. A ação stealth funciona muito bem, pelo menos para Joel, já que Ellie, por ser uma inteligência artificial, precisou passar por uma configuração específica no jogo: não importa o que ela faça, ela nunca será vista se Joel permanecer oculto. A decisão foi tomada pela equipe de desevolvimento de The Last of Us, e serve para explicar as constantes 'falhas' de cobertura em momentos bastante tenebrosos do game. Foi decidido de antemão pela Naughty Dog que Ellie não respeitaria as mesmas leis que Joel, e enquanto o protagonista não fosse descoberto no cenário, a garota também não seria. Isso porque (segundo eles) seria bastante complicado desenvolver uma IA que se comportasse de forma a nunca denunciar o paradeiro de Joel, visto que cada um tende a jogar do seu jeito e algumas parte de ação com Ellie em cena a colocam de forma roteirizada nos lugares que ela precisa ficar. Dessa forma, Joel, de certa maneira, também tem seus lugares previamente roteirizados, mas o jogador não tem como saber quais são.
É uma decisão de design arriscada, visto que muito dos verdadeiros momentos de tensão acontecem em horas que os dois não podem ser descobertos, mas ao mesmo tempo, Ellie também não reage sozinha, só o faz após Joel. E aí ela é bastante útil, indicando a posição inimiga, arremessando objetos e até dando suporte com armas de fogo, se for o caso. Da minha parte, não comprometeu a experiência em nenhum momento. As armas de fogo são variadas. É possível carregar quantas você encontrar, não há um limite para isso. E, dentro de um jogo cujo o foco é sobreviver, dá a impressão de que será uma tarefa fácil. Em contrapartida, inversamente proporcional à quantidade de armas que podem ser encontradas, a munição é que é o real desafio de todo o rolê. Encontrar balas, flechas e qualquer outro tipo de munição é uma tarefa complicada, geralmente forçando o jogador a eliminar toda a ameaça de determinado local - e fazendo-o gastar uma quantidade considerável da mesma. Novamente, é uma escolha que vai afetar profundamente a sua experiência. O combate corpo a corpo exige bastante do personagem fisicamente. É bem difícil sair ileso de um combate corporal. Não há muito o que se fazer em termos de combos - existe apenas um -, mas o 'como combater' é destroçado em inúmeras variáveis. Seja com Ellie desviando a atenção do inimigo de você, até a utilização de garrafas e tijolos espalhados pelo cenário, é tudo muito vivo e sem (tantas) repetições de situações. Se jogar nos modos mais difíceis, a adrenalina vai lá em cima, já que o risco e o dano dos golpes são extremamente altos (não sei se 'real' seria a palavra certa, já que nunca levei uma tijolada na testa para saber). E em hipótese alguma, enfrentar mais de dois inimigos diretamente é um bom negócio. Upgrades Apesar de estar no batente há 20 anos, Joel não é um militar. E talvez por isso, sua mira seja tão imprecisa. Trêmula e inconstante, demora um pouco para que o jogador pegue o jeito da coisa. Aos poucos, no decorrer da aventura, e com as devidas atualizações nas habilidades do personagem - vindas por meio de comprimidos encontrados no cenário - é possível melhorar esse e inúmeros outros atributos do personagem.
O sistema de evolução visto em The Last of Us é merecedor de aplausos. Nada que destrua por completo a imersão proposta pelo game, com horas de distribuição de pontos por atributos como velocidade ou destreza, mas sim uma leitura rápida em um guia de primeiros socorros para que seus kits de medicamentos passem a curar uma porcentagem maior da sua vida. Ou então a obtenção de um livro que ensine um método mais eficaz para construir uma lâmina daquelas de presidiário, com restos de tesoura e fita isolante. Em relação aos seus equipamentos, é tudo bastante automático e realizado em tempo real. Já a personalização de suas armas, a coisa é um pouco diferente. É preciso coletar peças e ferramentas. As peças funcionam como uma moeda vigente, enquanto as ferramentas servem para nivelar o status de cada uma em relação ao tempo de jogo. Alguns atributos só podem ser construídos depois de um certo tempo de jogo, quando encontramos as ferramentas necessárias. É tudo muito bem espalhado e, se não ficar de olhos bem abertos, pode passar batido e perder upgrades bastante importantes para aquela amenizada na dificuldade do game. Ah, e sempre bom lembrar que para realizar esses upgrades é preciso estar em cima de uma mesa especial, como acontece em Dead Rising ou Dead Island. E elas tendem a demorar para aparecer. Brasileiríssimo The Last of Us segue a linha dos últimos jogos exclusivos para PS3 e traz uma experiência completamente localizada para o português. Menus, legendas e vozes, tudo traduzido para o nosso idioma. Melhorias nítidas que vão desde a opção de utilização das mesmas, não mais forçada pelo idioma do console, e sim através do menu de idiomas, a escolha do elenco, que de acordo com os jogadores, já o consideram como o melhor trabalho da empresa. A adaptação não reprime o vocabulário adulto, com seus diálogos repletos de palavrões. Não houve descasos com esse tipo de conteúdo, e convenhamos, o que é um "Vai tomar no cu" em uma cena que mostra metade do cérebro recém-estourado (por você) de um ser humano esparramado no chão de uma cozinha abandonada?
No entanto, fomos obrigados a engolir certas adaptações de caráter duvidoso para as piadinhas que Ellie lê em voz alta diretamente do seu livro de piadas. Mantiveram-se no porto seguro da "Tudo passa, até uva passa", mas ao mesmo tempo, não sei o quanto as originais, em inglês, fogem desse aspecto. Enfim, é só uma colocação, não uma reclamação real. Sobrevivendo à infestação online O multiplayer exige dedicação. O conceito de que o jogador precisa sobreviver por 12 semanas dá um certo ineditismo ao modo, que tem grande parte copiosamente inspirada em Uncharted 2 e 3. Com um número limitado de vidas, e cada partida do multiplayer equivalendo a um dia dessas 12 semanas, é preciso colher mantimentos e cuidar das pessoas da sua comunidade (clã) para que ele se desenvolva bem e saudável. São dois os modos de jogo, ambos focados em Team Deathmatch. Sobreviver e resgatar o maior número de mantimentos são seus objetivos principais. A criação de itens continua acontecendo em tempo real também no multiplayer. Se a experiência já era boa jogando sozinho, colocado no mundo virtual coletivo ela fica muito mais imprevisível. Com o personagem abaixado construindo um determinado item, cabe aos demais jogadores criarem estratégias para impedir que o companheiro seja eliminado. Depois de escolher um dos lados da disputa (Caçador ou Vaga-Lume), uma breve explicação de como o mundo foi dizimado pelo fungo maldito e a responsabilidade nos seus ombros de ajudar os sobreviventes e expandir o seu clã. A interação com o Facebook também proporciona momentos divertidos, já que os seus amigos na rede social se transformam nas pessoas do seu clã. De informações engraçadas, como "Fulano está cavando novas latrinas" a decisões importantes do tipo "Ciclano foi infectado, o que você vai fazer?", o Facebook terá um papel importante no seu desenvolvimento online e o melhor, sem spams de informações na sua timeline.
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Exército da Noruega começa a testar o Oculus Rift para uso militar
De acordo com reportagem da TV norueguesa TuTV, os militares estão testando um sistema em que os tanques recebem uma série de câmeras que oferecem uma visão de 185 graus em cada lado do veículo. O piloto usa um headset da Oculus e consegue ter uma perspectiva completa do ambiente sem ter que colocar a cabeça para fora da escotilha.
Segundo o major Ola Petter Odden, que trabalha no laboratório de testes do Exército, a nova tecnologia traz vários benefícios relacionados à segurança do soldado. Segundo o oficial, o Oculus Rift elimina a necessidade do piloto colocar a cabeça para fora do veículo, ficando assim protegido por placas blindadas de metal. Além disso, a tecnologia oferece uma visão melhor, com mais detalhes, do que as câmeras tradicionalmente instaladas em tanques.
É claro que isso tem um preço. Odden explica que usar o Rift por muito tempo coloca muito mais pressão sobre os olhos do piloto. Assim, esse tipo de tecnologia só deve ser usada em casos extremos de combate, e não durante todo o tempo em que o tanque fica em movimento.
Além das vantagens no campo de batalha, a inclusão do Oculus Rift nos tanques também traz vantagens comerciais. Segundo Odden, instalar um circuito interno de câmeras em um tanque custa cerca de US$ 350 mil, enquanto o sistema com o Oculus Rift, que deve ser produzido em massa, não vai sair por mais de US$ 350. E, com a recente aquisição da Oculus VR pelo Facebook, Odden aposta que a tecnologia vai chegar ao mercado ainda mais rápido e com custos menores.
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Como o Oculus Rift pode transformar seu corpo em um controle
Jogar com o Oculus Rift é ainda mais legal com os amigos. Você pode ter sua cabeça arrancada em uma gilhotina, ou usá-los como seu arcade personalizado.
Não entendeu? A ideia é simples: o jogador que veste o Oculus Rift aproveita as imagens do jogo, como este simulador de asa-delta, enquanto os outros o levantam, inclinam e empurram, como se fossem os “controles”.
Parece divertido. Veja o vídeo abaixo demonstrando a plataforma e suas capacidades.
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Simulador de Voo com Oculus Rift
é muito possível que Birdly, essa engrenagem que simula o voo de um pássaro, seja uma experiência incrível. Mas isso não significa que essa complexa aparelhagem, que inclui um ventilador, uma máquina que libera perfumes e o Oculus Rift, não seja absolutamente ridícula (mas de uma maneira positiva).
Quer dizer, dá uma olhada nisso
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Counter Strike
Quando citamos onome Half-Life, muitos o tratam como um programa, como uma base paraoutras coisas, mesmo este tendo sido um dos jogos mais influentes dadécada passada. O motivo para isso? Tudo o que a garotada queria (nasLANs ou em casa) eram as modificações dele. Não entendeu? Pense em Counter-Strike, um exemplo de game que precisava de Half-Life instaladopara rodar.
Counter-Strike iniciou no Brasil por iniciativa de dois servidores de jogos, Elogica e Unigames, inicialmente, o jogo pouco conhecido, um MOD do Half-Life, atraia poucos entusiastas que entravam nos servers desses dois provedores e aguardavam a entrada de outros jogadores, isso na versão Beta 1 do jogo. Aos poucos o game começou a atrair jogadores do Quake e outros jogos. No Beta 5 do mod já era o jogo online mais jogado no Brasil.
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Diretor de Far Cry faz esclarecimentos sobre polêmicas da capa do jogo
A série Far Cry já é conhecida entre muitos jogadores por trazer algumas questões controversas e polêmicas. Parece que com Far Cry 4 não será diferente, já que somente com a arte da capa muitas discussões se alastraram pela internet. Como sabemos, poucas informações sobre o enredo do jogo foram liberadas (algo que você pode conferir melhor aqui), e muitas foram as suposições que se originaram só com base no desenho divulgado.
A arte traz um homem sentado no que parece ser uma estátua de Buda aos pedaços, vestindo um traje cor de rosa e branco e com as montanhas do Himalaia ao fundo, além de estar apoiando a mão direita na cabeça de um homem asiático que está atado. Alguns jogadores já acusaram o título de incitar o racismo, enquanto outros se preocuparam mais com o fato de o homem principal poder ser homossexual, só com base um penteado diferente e nas suas roupas roseadas.
O fato é que Alex Hutchinson, o Diretor Criativo da Ubisoft Montréal, publicou um tweet em que disse que o personagem em questão não é branco e nem é quem o jogador irá comandar (aparentemente, ele será o vilão, assim como as outras capas de Far Cry também trazem os seus respectivos vilões). Quanto à sexualidade do personagem, nada foi comentado. Não que isso seja um fator muito relevante para o título, até por que se basear somente com base no penteado do personagem pode ser um tanto superficial. Pelo menos, já sabemos que esse possível vilão deve ter suas originais na Ásia também.
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O que fez League of Legends virar uma das maiores febres dos games
League of Legends é, sem dúvidas, atualmente um dos games de maior sucesso no mercado. Com uma base de jogadores imensa e ligas profissionais por todo o mundo, o MOBA da Riot Games se tornou uma verdadeira febre entre os fãs de jogos eletrônicos. Mas também muitos se perguntam diante de tão grande fenômeno: o que o jogo fez para atrair tanto público?
Depois de uma análise se aprofundando nos elementos do título, o BJ resolveu estudar melhor o que cativa tanto os fãs para as partidas de League of Legends. E a "fórmula de sucesso" da Riot Games não é algo tão misterioso assim: uma mecânica simples e atrativa que acompanha intensas batalhas, estratégias e customizações.
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Serviço Minecraft Realms agora está disponível para todo o mundo
A Mojang anunciou na última segunda-feira (19) o lançamento mundial de Minecraft Realms, serviço de servidores que promete facilitar a vida dos jogadores de Minecraft que gostam de investir em um mundo permanente compartilhado com outras pessoas. Por US$ 13 mensais, é possível criar um espaço virtual que pode ser acessado por até 20 usuários diferentes, cuja manutenção é feita pela empresa criadora do jogo.
Segundo a Mojang, assinantes do serviço podem solicitar que os servidores voltem a estados anteriores para corrigir problemas ou evitar que determinadas situações sejam registradas. O estúdio garante que não é preciso configurar redes LAN tampouco um novo endereço de IP para lidar com a novidade, que opera de forma bastante simples.
Atualmente, o serviço Minecraft Realms está disponível exclusivamente para as versões Mac e PC de Minecraft, no entanto há planos de que a novidade seja disponibilizada em outros formatos no futuro. Embora já estivesse disponível em países como Suécia, Estados Unidos e Holanda desde abril deste ano, somente a partir do início desta semana é que a solução passa a valer para jogadores de qualquer parte do mundo.
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Global Games lança DayBreak Online em português
Aqui você poderá escolher entre quatro classes: Cavaleiro, Mago, Manipuladora ou Caçadora. O cavaleiro é o guerreiro tradicional que combate corpo-a-corpo e aguenta muita porrada; o mago domina os elementais de fogo, gelo e eletricidade; a manipuladora comanda a magia das trevas e dos fantasmas dos deuses; e a caçadora domina o combate de longa distância.
Cada um deles tem um conjunto de habilidades e estilo de jogo drasticamente diferentes. Uma coisa muito importante: todas as classes podem ter uma build de talentos e skills voltadas para ataque ou suporte.
Muita ação e combates PvP!
Desenvolvido pela LineKong, desenvolvedora e publicadora chinesa, DayBreak Online mistura uma história envolvente e uma boa dinâmica de jogo. Trata-se de um MMORPG que utiliza um sistema em que o combate não é automático com alvos individuais. Aqui, o jogador é o responsável pela vida e pelo desempenho de seu personagem – se ficar parado no campo de batalha, vai beijar o chão.
Apesar de existir uma loja de cash, os equipamentos mais fortes só poderão ser obtidos jogando — com trabalho em equipe e esforço de todos.
DayBreak Online é um MMORPG gratuito e para jogar basta cadastrar-se no site oficial.
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Novo trailer de World of Speed exibe detalhes de alguns dos carros (ASSISTA)
Divulgado na semana passada pelo canal oficial de World of Speed no YouTube, o mais recente trailer do jogo mostra alguns dos carros que estarão disponíveis aos corredores. Dentre os possantes exibidos, o destaque vai para os modelos Mercedes-Benz SLS AMG, Chevrolet Camaro, McLaren MP4-12C e Pagani Huyara. Mais caros deverão ser revelados em breve pela Slightly Mad Studios, desenvolvedora responsável pelo título.
Neste jogo, ninguém irá desfrutar das facilidades promovidas por meio da compra de itens. “É muito óbvio quando você coloca paredes e exige que as pessoas paguem para ir além delas em seu game. Não sei porque há isso; é algo que nós certamente não faremos”, disse Andy Tudor, diretor criativo de World of Speed. Clique aqui e confira algumas das mais recentes imagens divulgadas pela produtora; neste link, uma prévia pode ser conferida.
A fase de testes beta, marcada para acontecer em algum momento deste ano, deverá colocar os mecanismos de jogabilidade interativa e social em tempo real à prova de World of Speed. Não se sabe o dia exato de lançamento deste promissor jogo; o título chega, diz a desenvolvedora, até o final de 2014 exclusivamente para PC.
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